quinta-feira, 26 de março de 2015

Naça goleia Iranduba em ritmo de treino.

O Nacional jogando a meia boca, não teve dificuldades para vencer a equipe do Iranduba pelo placar de 4x0, foi no Carlos Zamith. Os gols foram de Wanderley 2, Lídio num golaço de cabeça e Hyantony.

O jogo, morno sem muito interesse por parte do Nacional em alguns momentos, só a partir dos 20 minutos do primeiro tempo é que o time acordou e passou a criar algumas chances de gol.

Wanderley foi o nome do jogo em termos ofensivos, já Lídio e Denis, jogaram o de sempre, muitíssimo bem, o resto do time, tocou a bola sem muita objetividade, no segundo tempo, Lana tirou Lídio, poupado e meteu Felipe Manoel, tirou Leonardo e  pos Hyantony e tirou Bruno Potiguar, para a entrada de Railson, o time deu uma melhorada e saíram dois gols. Final, Nacional 4x0 Iranduba. 

Sábado, o time enfrenta o Nacional Borbense, também no Carlos Zamith as 15h. O time precisa melhorar muito ainda, tem que contratar um atacante de bom, daqueles que fazem gols realmente, um meia a nível de Danilo Rios, Paulo Bayer, Magno Alves etc. Somos lider. 
Até mais...   

terça-feira, 24 de março de 2015

Que venha o Iranduba.

Lana confiante no sucesso da equipe daqui pra frente.


No Nacional a paz voltou a reinar, ao contrário do que alguns idiotas tentam passar que o time está em crise, tentando desestabilizar o ambiente no Mais Querido. O time volta a campo nesta quarta-feira, no estádio C. Zamith, para enfrentar o Iranduba num jogo atrasado de uma rodada anterior do nosso campeonato. O técnico Lana, para ele, a eliminação da Copa Verde, domingo passado, já foi esquecida pelos atletas do Leão da Vila. O que interessa daqui pra frente, são as outras competições que vem pela frente, Campeonato Amazonense, Copa do Brasil e Série D. 

Fiquei contente com o que vi. O time está subindo de produção, O interesse é em todas as competições que temos pela frente. Nosso propósito é montar uma equipe de respeito para as competições que se avizinham.

Para as futuras competições, o pensamento é moldar a equipe à sua meneira e recuperar de uma vez por todas a parte física, que ainda está abalada pelos fracos treinamentos que o outro preparador físico vinha dando ao time. 


Na quarta-feira 25, basta uma vitória simples para o time retornar a liderança, os jogadores já mostram sinas de recuperação, daqui mais ou menos 3 jogos, já estarão quase no ponto. Andrezinho continua entregue ao DM.

O lateral esquerdo Tiago já treina com o grupo e assim que recupere a forma, estará a disposição de Aderbal.

Na tarde de hoje o time treinou um tático e uma movimentação para o jogo contra o time verde de Iranduba. O jogo será as 20.00h no C. Zamite.
Até mais...

Faltou pernas.

De:  Luis Claudio Chaves (chavesluisclaudio@gmail.com) Este remetente está na lista de contatos.
Enviada: segunda-feira, 23 de março de 2015 02:43:44
Para: Adalberto Monteiro (adalberto_monteiro@hotmail.com)

 
Enquanto teve "pernas" o Naça foi superior.
 
Não foi o suficiente para vencer os paraenses, o jogo foi empate, mas
a evolução do Nacional é clara e indiscutível: acabou o espaço entre
os volantes e a defesa e o time foi no geral mais compacto, com os
jogadores se mantendo mais próximos uns dos outros durante a maior
parte do jogo.
Não fosse a necessidade de fazer mais gols, o Mais Querido não ficaria
exposto aos contra - ataques e teria vencido com tranquilidade.
Desse confronto com os paraenses dá pra tirar algumas conclusões: o
Nacional precisa melhorar muito a preparação física e a criatividade
no meio campo. Precisamos de uma espécie de Danilo Rios ou equivalente
neste setor. No plantel é nessário pelo menos um atacante de
velocidade e um cabeceador especialista. Isto para o primeiro semestre
ainda. Nosso sistema defensivo funcionou bem hoje, os laterais e
zagueiros se superaram. No meio, Potiguar, Dênis e Lídio jogaram
muito. O Fininho, embora longe de render o que sabe e pode jogar, foi
cirúrgico alçando a bola para o Leonardo abrir o placar. Mesmo abaixo
de seu potencial, toda vez que Fininho sai substituído o Naça cai de
produção. Não que não devesse sair, mas seus substitutos não têm
melhorado o time.
Enfim, vejo sendo lapidado um novo elenco e pra quem acompanha futebol
sabe que isto não é fácil.
Vamos à luta vencer o campeonato amazonense para garantir o calendário
para 2016 e poder jogar a série D deste ano com tranquilidade.
É isso.

Parabéns amigo Luis, pelo artigo.

segunda-feira, 23 de março de 2015

Os absurdos de um jogo na Colina, o que a FVO faz.

Amigos.

O tal legado que tanto se falou em prosa e verso que a Copa do Mundo no Brasil deixaria. Transformou-se num comércio lucrativo para os donos das empresas que serviram à Copa. 


Vejam vocês que em um simples jogo da Copa Verde, o Nacional teve que desembolsar uma pequena fortuna com os aparatos inventados para tomar dinheiro dos clubes. Os vilões são. Os gradis, banheiros químicos, stuarts(segurança Privada), de equipes de seguranças, lanche para a policia militar, que quando acaba o jogo, vaza rapidinho do estádio, deixando o povo a mercê dos marginais. Pra que? Se temos a polícia militar que já é paga pela população. O torcedor é humilhado, é roubado pelos exploradores dos bares no preço da água, refrigerante e sanduíches. 

Pra que gradis nas ruas? um exagero, rende mais lucros p/eles.

Não tem mais a cerveja para o torcedor, não tem estacionamento para o torcedor, o pouco que tem a polícia militar toma de conta, estádio mau construído, sem o mínimo de conforto, sem cobertura, enfim, um inferno. Pergunta-se, pra quê ir ao estádio com todo esse sofrimento? O pior de tudo é que ninguém toma nenhuma providência, é o cúmulo.



E tome gradis.
A  que saudades do nosso Vivaldão, ele sim, com sua generosidade nos dava prazer, alegria. Todos os fatos citados acima, o nosso Colosso do Norte nos oferecia, polícia militar, tinha, refrigerante, água, cerveja, tinha e com preço acessível ao torcedor, estacionamento, tinha, cobertura do estádio, tinha, saíamos de casa e estacionávamos nosso carro na frente dos portões do estádio, o cara que o construiu foi um gênio, nos proporcionou tudo de uma vez. A Arena é linda, mas, não nos dá conforto. Nossos carros a mil metros de distância, nesse trajeto que vai proteger o torcedor, seu carro que fica na via pública sendo multado, todo mundo ganha, menos os clubes e o torcedor. Pra quê ir ao estádio? Se tem jogo passando direto, como resgatar o torcedor, se ele é tripudiado junto com os clubes.
Pra que?...


O Nacional amargou prejuízo com tantas cobranças desnecessárias.


 Pra que? Se o estádio já tem banheiros e o evento é dentro do estádio e não fora do estádio, tá na cara que alguém tá ganhando din din as custas dos clubes.

Naça só empata e diz adeus à Copa Verde.

Amigos.

Hoje mais uma vez ficou provado que o Nacional carece urgentemente de um meia de qualidade, um atacante de qualidade e um lateral esquerdo.

O time não tem articulador de jogadas, aquele cara que deixa os atacantes de frente pro gol, não tem, o homem que seria esse cara é o Fininho, um puta jogador, porém não evolui no Nacional, joga sempre pros lados ou para trás, o Nacional precisa daquele jogador que municie os atacantes. Talvez precise de um companheiro para ajudá-lo. 
Também ficou provado que o nosso Leonardo não está legal, mesmo tendo marcado o gol, não aguenta dois tempos. Quanto a lateral esquerda, precisamos realmente, mesmo tendo em João Rodrigo uma grata surpresa atuando por ali, fez uma grande partida, jogou muito mais que o Andrezinho. 

O público foi razoável, de médio pra bom, talvez dê para o clube pelo menos pagar as despesas, o que estragou tudo foi aquela derrota em Belém com aquele placar de 4x1, se tivesse sido menos elástico, ai sim, teríamos a Colina lotada.

O time, Lana já arrumou, falta apenas os jogadores que citei acima e melhorar a preparação física, que mais uma deixou suas sequelas'
Ei Danilo Rios, vem logo, ei Paulo Baier, vem logo, urgente. Ei atacante matador, vem logo. Tá na hora... Se não vierem essas peças, vai ficar muito difícil Copa do Brasil e Série D. Na série D, tem que ser jogador de um salário mais elevado, um nível melhor, se não, não vai. 
Miro.